
Não passam de poucas palavras. Por muitas vezes, são ligadas por conjunções que cumprem sua real função: conectar, não advertir, não separar, não qualquer outra coisa. Às vezes trazem um desenho clichê, às vezes é só um 'por quê?'. Às vezes eu só olho e vejo que não tenho mais vontade de escrever nada, ali.
E quando eu começo a escrever só o meu nome naquela lousa embaçada, com um traço para colocá-lo no topo do mundo, sinto que talvez tenha me tornado o que sempre deveria ter sido: a coisa mais importante da minha vida, mesmo que até o próximo banho.